terça-feira, 30 de outubro de 2007

Lenda do Galo de Barcelos

"Um peregrino galego que saía de Barcelos em peregrinação para Santiago de Compostela foi acusado de ter roubado umas pratas a um proprietário e condenado a enforcamento. Num apelo final, pediu um encontro com o juiz, que se preparava para comer um galo assado. O galego jurou que, como prova da sua inocência, o galo se levantaria do prato e cantaria. O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo.
Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juiz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para
esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos."

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_do_Galo_de_Barcelos

"O que é Nacional é bom" (Só às vezes, mas neste caso é!)

Têm reparado na nossa arte popular ultimamente?
Pergunto-vos isto, porque apesar de se continuar a perpetuar os mesmos símbolos nacionais vezes sem conta, como o fado, o galo de Barcelos, azulejos entre outros, estamos num tempo de mudança.
Pois é, trata-se de uma mudança para melhor ou talvez apenas diferente.
No fado temos novas e belissímas vozes que continuam a levar a alma portuguesa pelo mundo, mas com um charme renovado e um glamour digno deste século.
Mas do que quero mesmo falar é da artes tradiconal/popular.
Quero falar do indiscutivelmente conhecido além fronteiras: o Galo de Barcelos.
Este galito que teve da minha parte sentimentos diversos ao longo dos anos.
Comecei por odiar esta figura tão popularusca, porque quando se pensava no nosso país, era ele o primeiro símbolo que surgia na mente das pessoas.
Mais tarde esta peça de barro foi para mim motivo de gozação e ironia.
Na Altura eu dizia algo deste género: "Quando tiver o meu próprio frigorífico, terei por cima dele um galo de Barcelos para enfeitar a minha cozinha."
De tanto expressar os meus sentimentos por tal objecto, um dia uma amiga ofereceu-me, claro está, um galo de Barcelos.
Passado pouco tempo, foi a vez do meu pai me oferecer um galo de Barcelos, maior do que o anterior.
No últimos dois anos a minha admiração e respeito por este símbolo e arte é total.
Não só porque fui aprendendo a apreciar algo tão tradicional, mas porque se repararem existem muitas e novas interpretações do galo de Barcelos, o que é magnífico.
Estejam atentos às representações inovadoras desta arte popular, merecedoras de serem chamadas de arte.
Ah, é verdade, também nestes dois últimos anos os dois galos de Barcelos que tinha, arrajaram mais companhia de outros galitos. Um iman de frigorífico, um saca-rolhas, um postal e outro galo pequenino... e acho que a colecção vai aumentar.
Vejam onde se encontram actualmente os meus dois primeiros galos de Barcelos.
São o Zé e o Povinho. ;D

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Ter filhos ou não ter?

Já há bastante tempo que penso neste assunto e o discuto com algumas pessoas.
Hoje até estive a ler alguns artigos na internet acerca deste tema, e claro há opiniões para todos os gostos.
Esta questão, por muitos anos que passem é será sempre polémica, porque existem adeptos para ambas as facções.´
Será que se pode ser neutro nesta questão?

A minha pergunta é a seguinte:
- Ter filhos é um acto de generosidade ou um acto de egoísmo?

Alguém disse (provavelmente mtos "alguéns") que não ter um filho é ser-se egoísta.

Mas nos dias que correm será que se é egoísta só por se não querer ter filhos???

Ok!!!
Ponho uma criança neste mundo e depois?
Dou-lhe de comer, de vestir e outras mil coisas que ela vai precisar - até aos 18 anos com sorte, porque hoje os filhos precisam dos pais até aos 30 anos ou mais - como???
Com que dinheiro e à custa do quê, de que sacrifícios, de quem?

Pronto, agora tenho um filho e porque não posso sustenta-lo, deixo-o com os meus pais para serem eles a criaram-no? (situação bem real!)

Ou dou-o a uma instituição cristã para as freiras e padres o criarem, afinal o acto de se fazer amor, tem como fim, procriar-se e mais nada' (...)

Ou talvez como terceira hipótese, deixo-o à porta da assembleia da república com uma cartinha, a pedir que em conjunto, os vários deputados o criem com os fundos que vêm da UE, aqueles que nós nunca vemos a ser utilizados com coisas práticas a bem da nação?

Afinal que faço eu com um bébé depois de o parir?
Deito-o para o caixote do lixo como ainda acontece tantas e tantas vezes?

Estarei a ser egoísta ao não querer ter filhos, ou a pensar para além dos 9 meses de gravidez, que supostamente são os meses mais fáceis?

Sim!!! O DINHEIRO é muito, muito importante para se poder pensar em se pôr um ser humano no mundo, neste mundo cada vez mais podre, só o AMOR NÃO BASTA!!!

Devia bastar, mas já não basta na sociedade do século XXI!

Continua... (um dia destes)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Informação

Hoje deixo uma pergunta.
Porque é que a informação nunca está onde deve estar?
Se estamos na era digital, onde supostamente já disponibilizamos toda a informação útil que o consumidor deve saber, porque raio ainda há grandes empresas e/ou entidades que se recusam a fazê-lo? Ou porque não se actualiza regularmente a que já está on-line?
É melhor fazer duas pessoas perder tempo? O do consumidor que tem que ligar para algum lado (que não sabe bem qual é) ou dirigir-se à loja mais perto (quando só quer uma simples informação) e o da pessoa que tem que nos esclarecer portanto a nossa dúvida básica, que se estivesse acessível ninguém fazia outro alguém desperdiçar minutos valiosos do seu tempo.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007



Sociedade.tuga

Bom, lá vou eu tentar iniciar mais um blogue.
Espero ter mais sucesso com este.
Não por falta de participação do público, mas por mim própria. Tenho que tentar escrever todos os dias, nem que seja uma linha apenas.

Sociedade.tuga, por várias razões.
Porque sou porTUG(A)uesa.
Porque a actualidade me interessa.
Porque sou muito "opiniosa".
Porque há muito ainda por dizer de e sobre Portugal e dos porTUG(A)ueses.
E porque ainda há muito que discutir sobre o que e quem entra no país. (Não tomem esta frase como ofensiva ou politicamente incorrecta, afinal pode-se falar bem e mal acerca de tudo.)