Acho que sou mais observadora que "escritora", portanto alguém que escreve qualquer coisa, não escritora de algum tipo de livro ou para algum jornal...
Escritora, enquanto tentativa de publicar algo num blog.
Como dizia, julgo ser mais observadora e leitora, que propriamente aquela que escreve...
Tenho passado algum tempo a navegar em blogs de outros e em jornais on-line, na sua maioria com textos muito interessantes e fundamentados, que me faz perder a confiança para eu própria escrever...
E algumas das opiniões desses blogs e sites enquadram-se tanto no meu pensar, que me pergunto para quê eu própria escrever?
Sei que tenho que estruturar o pensamento para que as minhas ideias façam sentido para quem as possa vir a ler... mas neste momento estoua perder o fio à meada...
Façam o favor de ser felizes, mesmo neste país à beira mar plantado e com um futuro incerto...
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Caos
Pois, o país está um caos, sem sombra de dúvida.
O que fazer?
Tentar (sobre)viver neste lugar à beira mar plantado.
Existe uma fórmula? Não sei! Julgo que não existem fórmulas mágicas para vivermos por estas bandas e em outras bandas num outro local qualquer.
Há que sim, tirar o melhor proveito do que a vida nos oferece e aprender com o bom e o mau. Sempre, mesmo que doa e faça sofrer.
E de preferência se conseguirmos dar uma boa gargalhada com as tretas desta vidinha, tanto melhor.
Aqui fica um breve desabafo...
O que fazer?
Tentar (sobre)viver neste lugar à beira mar plantado.
Existe uma fórmula? Não sei! Julgo que não existem fórmulas mágicas para vivermos por estas bandas e em outras bandas num outro local qualquer.
Há que sim, tirar o melhor proveito do que a vida nos oferece e aprender com o bom e o mau. Sempre, mesmo que doa e faça sofrer.
E de preferência se conseguirmos dar uma boa gargalhada com as tretas desta vidinha, tanto melhor.
Aqui fica um breve desabafo...
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Opinião do meu próximo
por: Ricardo Martinez (sociólogo)
07-08-2007
(...)
"Ainda sobre a época de veraneio, apraz-me recordar que a mesma nos ajuda a retemperar forças, nos possibilita reforçar laços familiares, nos motiva a partilhar tempos de lazer ou visitas a parentes mais afastados mas nem por isso esquecidos.Contudo, há neste país de apenas 10 milhões de habitantes, menos que a população de Londres ou de Paris, mais de 10 mil crianças que estão institucionalizadas, que se vêem privados de exercer estes direitos porque não têm famílias ou estão afastadas das mesmas por motivos da sua segurança.
Para estas crianças, que estão pressupostamente à protecção do Estado, que são “Filhos do Estado”, não existem laços a reforçar nem actividades de lazer a partilhar em família.
Todos nos comovemos com a sua sorte, ou falta da mesma, mas pouco fazemos colectivamente para alterar a situação.
Por isso, é de louvar o projecto “Famílias de Afecto” desenvolvido em Braga, que envolve 110 famílias e 40 crianças. É pouco, bem sei, mas é um bom exemplo e mostra como nós, portugueses também somos capazes do melhor.
Por outro lado, é importante não nos esquecer dos que se batem frontalmente contra a interrupção voluntária da gravidez e dos que “moralmente” se opõem a uma intervenção médica junto das “mães parideiras” (as que produzem crianças em série para depois as abandonarem, deixando-as em instituições ou “dando-as” para adopção, cujo número não é insignificante nem desconhecido), mas que nunca os vemos envolvidos neste projectos.
Na prática, tais pessoas são defensoras dos fetos, que acreditam que estes são seres vivos, bem são defensores intransigentes dos direitos de procriação de todas as criaturas, nestas incluindo as tais mães parideiras, mas que se esquecem que a defesa de tais direitos, tais como os fetos, permitem que se gerem crianças que depois, abandonadas, viverão situações de angústia que carregarão toda a vida, projectando muitas vezes as mesmas situações nos seus descendentes, num ciclo por vezes difícil de quebrar.
Por tudo isto, é importante aproveitar o verão para também reflectimos sobre a nossa maneira de agirmos colectivamente e de como pessoalmente nos implicamos na vida colectiva do nosso país."
Para lerem texto integral consultar: http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=9590
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Campanhas de "Solidariedade"
Nunca antes se viu tanta campanha de solidariedade, sim, porque hoje é politicamente incorrecto dizer-se de "caridade".
Mas como se porcessam essas campanhas? Quem está por de trás desses projectos tão magnánimos?
A bem da verdade, não se sabe muito bem de onde ou de quem surgem estas ideias ou conceitos...
Mas sabe-se que depois se terem um nome e causa "bem definidos" muita gente dá a cara para apoiar ou promover as ditas campanhas.
Depois alguém faz anúncios muito originais onde nos dizem para onde revertem os "donativos", onde se pode encontrar os quiosques para se fazer a contribuição e claro, quem são os parceiros destas iniciativas.
A seguir entramos em qualquer site de emprego e lá se encontramos as ofertas de emprego pedindo promotoras para integrar projectos sociais de caris nacional ou algo do género
Falam em boa remoneração e até de comissões conforme o número de donativos que conseguirmos angariar.
Depois vamos a uma entrevista de selecção, damos o nosso melhor para conseguir ficar com o trabalho.
Explicam-nos muito bem para o que vamos e nós queremos acreditar que tudo aquilo é para uma causa nobre, para além de irmos finalmente arranjar um emprego, sim, porque está difícil trabalhar aqui neste país à beira-mar plantado.
Quando finalmente vamos apara o primeiro dia de trabalho, lá está a promotora chefe a explicar-nos tudo muito bem, mais uma vez.
Temos um standzinho de cartão com umas moldurinhas ou bonequinhos que temos que conseguir vender pela "simbólica quantia de 5€". (Lembrem-se que estes 5€ são o equivalente a 1000$00 na moeda antiga, e que com estes mesmos 5€ pode-se levar para casa pão fresco, um pacote de leite, algusn legumes e fruta e talvez uns iogurtes dos mais baratos, comida para mais ou menos duas refeições...)
Esse stand onde vamos incentivar as pessoa a oferecerem uma contribuição/donitivo a favor da causa em troca de um boneco fofo que podem levar para os seus lares, encontra-se dentro de lojas conhecidas do público ou em "shoppings", locais onde há muita gente sempre a passar.
Aqui começa a nossa tarefa: abordar as pessoa que vão passando por ali.
Explicamos o teor da campanha, sorridentemente mostramos a mascote e no final repetimos o que nos ensinaram: "Pela simbólica quantia de 5€!"
Ao fim de duas horas em pé, quando ainda faltam mais quatro para terminar o teu turno, essas palavras começam a ecoar na cabela, na alma: "Pela simbólica quantia de 5€!"
Há ainda aquelas promotoras que ao não conseguirem impingir o bonequinho, tentam desesperadamente conquistar as crianças acenando-lhes o tão maravilhoso prémio que podem ganhar se convencerem os grandes que os acompanham.
É mau, não é???
Num país que o indíce de desemprego aumenta todos os dias, onde as pessoas andam desesperadas e a sofrer por terem que contar a toda a hora os trocos, sem saberem se vão chegar para o próximo amanhã.
Entretanto neste processo de iniciativas há dinherio que ficou na mão do produtor do anúncio da campanha, há dinheiro que ficou com o fabricante e distribuidor dos brinquedos... certamente quem anda a angariar pormotoras também tem que ter a sua quota (afinal está a fazer o seu trabalho)... os sites de emprego muito provavelmente também ganham o seu.
As promotoras, apesar de não serem pagas justaemnte, também recebem o seu ordenado e/ou comissões... os parceiros das campanhas não pagam impostos porque patrocinam uma nobre causa.
E o que efectivamente vai para a causa?
Alguma coisa deve calhar para a causa.
Mas como percebem, para se realizar uma campanha desta existe montada uma máquina de fazer dinheiro, e que antes de reverter a favor da causa, enche primeiro muitos outros bolsos.
Em vez de se fazer tantas campanhas para "ajudar" os mais carenciados, as instituições de acolhimento e unidades hospitalares, porque não se investe logo o dinheiro onde efectivamente é preciso sem se embelezar esta treta toda, e sem abusar da palavra solidariedade?
E no topo das obrigações morais e éticas, encontra-se outra máquina que para além de gerar riqueza, devia gerar qualidade de vida aos seus cidadãos, o Estado é o primeiro a ter obrigações para com os mais deprotegidos, os que mais precisam...
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Arte ou nem por isso????
Jornal gratuito - uma moda?
A moda do jornal gratuito pegou e pegou bem.
Nos primeiros tempos eram apenas o Destak e o Metro.
Agora já se encontram mais uns quantos "esquecidos" no comboio.
Ele é o jornal Global, o Meia Hora...
Tenho quase a certeza que já me passaram outros pela mão, mas não me consigo recordar...
O que temos que admitir é que nenhum destes ditos jornais vem acrescentar algum tipo de qualidade a esta nova modalidade de imprensa em Portugal (sim, porque em outras partes do mundo, os jornais gratuitos já existem há muitos anos).
De certo alguém está a ganhar com esta moda, mas os portugueses, pelo contrário só perdem tempo a ler estes "folhetins" e claro muita informação que fica pelo caminho, porque cada vez menos gente compra um jornal diário creditado.
Nos primeiros tempos eram apenas o Destak e o Metro.
Agora já se encontram mais uns quantos "esquecidos" no comboio.
Ele é o jornal Global, o Meia Hora...
Tenho quase a certeza que já me passaram outros pela mão, mas não me consigo recordar...
O que temos que admitir é que nenhum destes ditos jornais vem acrescentar algum tipo de qualidade a esta nova modalidade de imprensa em Portugal (sim, porque em outras partes do mundo, os jornais gratuitos já existem há muitos anos).
De certo alguém está a ganhar com esta moda, mas os portugueses, pelo contrário só perdem tempo a ler estes "folhetins" e claro muita informação que fica pelo caminho, porque cada vez menos gente compra um jornal diário creditado.
Pessoas
Os transportes públicos são um meio interessante para observar pessoas.
Num só dia podemos cruzar-nos com as mais variadas pessoas.
Desde a mais santa à mais estúpida e ignóbil.
Há momentos em que apetece amndar um berro e dizer às pessoinhas o quão tótós são... desde o velho rezinga, ao puto na idade do armário, até às mãezinhas histéricas com os seus filhotes mal amestrados...
No entanto há outros momentos em que se consegue ver a essência e sofrimento e/ou conformismo da condição humana.
Pessoas que todos os dias lutam para conseguirem ultrapassar os inúmeros obstáculos que encontram pelo caminho, ora materiais, ora sociais.
Fico sempre emocionada e confesso que também curiosa quando vejo alguém diferente.
Diferente fisicamente porque assim o designou a natureza ou por alguma complicação clínica em algum momento das suas vidas... e diferentes porque falam outra língua que não o português e apetece-me sempre perceber o que dizem.
Um exercício um pouco complicado para quem só fala diariamente a sua língua materna.
Mas é bonito ouvir o crioulo, o russo (e outras línguas do leste da europeu), o francês, o inglês, o alemão, o espanhol...
Sabiam que existem duas línguas oficiais portuguesas?
O Português e o Mirandês!
Esta segunda língua fala-se em Trás-os-Montes na zona de Miranda do Douro.
É delicioso ouvir quem sabe, falar o mirandês.
A diferença é algo bom de se ver e ouvir, mais seria se não houvessem entraves para com essa diferença.
Pessoas são pessoas independentementede uma qualquer condição física, social, blá, blá, blá...
Podemos às vezes gostar mais de umas do que de outras...
terça-feira, 6 de novembro de 2007
(nenhum)
Anda tanta coisa a acontecer e eu sem escrever...
Ontem arranquei mais um dente do ciso. Não recomendo a ninguém. (mas isso não interessa nada, só para o meu estado de espírito...)
Estejam atentos aos ciclos de teatro dos vários concelhos, tanto na margem sul como noutros lados.
Vale apena espreitar o que se anda a fazer por ai.
Bem hajam!
Ontem arranquei mais um dente do ciso. Não recomendo a ninguém. (mas isso não interessa nada, só para o meu estado de espírito...)
Estejam atentos aos ciclos de teatro dos vários concelhos, tanto na margem sul como noutros lados.
Vale apena espreitar o que se anda a fazer por ai.
Bem hajam!
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Lenda do Galo de Barcelos
"Um peregrino galego que saía de Barcelos em peregrinação para Santiago de Compostela foi acusado de ter roubado umas pratas a um proprietário e condenado a enforcamento. Num apelo final, pediu um encontro com o juiz, que se preparava para comer um galo assado. O galego jurou que, como prova da sua inocência, o galo se levantaria do prato e cantaria. O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo.
Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juiz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos."
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_do_Galo_de_Barcelos
Todavia, quando o preso estava a ser enforcado, o galo levantou-se e cantou. O juiz compreendeu o seu erro, correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. De acordo com a lenda, o galego voltou anos mais tarde para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo, agora no Museu Arqueológico de Barcelos."
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_do_Galo_de_Barcelos
"O que é Nacional é bom" (Só às vezes, mas neste caso é!)
Têm reparado na nossa arte popular ultimamente?
Pergunto-vos isto, porque apesar de se continuar a perpetuar os mesmos símbolos nacionais vezes sem conta, como o fado, o galo de Barcelos, azulejos entre outros, estamos num tempo de mudança.
Pois é, trata-se de uma mudança para melhor ou talvez apenas diferente.
No fado temos novas e belissímas vozes que continuam a levar a alma portuguesa pelo mundo, mas com um charme renovado e um glamour digno deste século.
Mas do que quero mesmo falar é da artes tradiconal/popular.
Quero falar do indiscutivelmente conhecido além fronteiras: o Galo de Barcelos.
Este galito que teve da minha parte sentimentos diversos ao longo dos anos.
Comecei por odiar esta figura tão popularusca, porque quando se pensava no nosso país, era ele o primeiro símbolo que surgia na mente das pessoas.
Mais tarde esta peça de barro foi para mim motivo de gozação e ironia.
Na Altura eu dizia algo deste género: "Quando tiver o meu próprio frigorífico, terei por cima dele um galo de Barcelos para enfeitar a minha cozinha."
Mais tarde esta peça de barro foi para mim motivo de gozação e ironia.
Na Altura eu dizia algo deste género: "Quando tiver o meu próprio frigorífico, terei por cima dele um galo de Barcelos para enfeitar a minha cozinha."
De tanto expressar os meus sentimentos por tal objecto, um dia uma amiga ofereceu-me, claro está, um galo de Barcelos.
Passado pouco tempo, foi a vez do meu pai me oferecer um galo de Barcelos, maior do que o anterior.
Passado pouco tempo, foi a vez do meu pai me oferecer um galo de Barcelos, maior do que o anterior.

No últimos dois anos a minha admiração e respeito por este símbolo e arte é total.
Não só porque fui aprendendo a apreciar algo tão tradicional, mas porque se repararem existem muitas e novas interpretações do galo de Barcelos, o que é magnífico.
Estejam atentos às representações inovadoras desta arte popular, merecedoras de serem chamadas de arte.
Ah, é verdade, também nestes dois últimos anos os dois galos de Barcelos que tinha, arrajaram mais companhia de outros galitos. Um iman de frigorífico, um saca-rolhas, um postal e outro galo pequenino... e acho que a colecção vai aumentar.
Vejam onde se encontram actualmente os meus dois primeiros galos de Barcelos.
São o Zé e o Povinho. ;D
São o Zé e o Povinho. ;D
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Ter filhos ou não ter?
Já há bastante tempo que penso neste assunto e o discuto com algumas pessoas.
Hoje até estive a ler alguns artigos na internet acerca deste tema, e claro há opiniões para todos os gostos.
Esta questão, por muitos anos que passem é será sempre polémica, porque existem adeptos para ambas as facções.´
Será que se pode ser neutro nesta questão?
A minha pergunta é a seguinte:
- Ter filhos é um acto de generosidade ou um acto de egoísmo?
Alguém disse (provavelmente mtos "alguéns") que não ter um filho é ser-se egoísta.
Mas nos dias que correm será que se é egoísta só por se não querer ter filhos???
Ok!!!
Ponho uma criança neste mundo e depois?
Dou-lhe de comer, de vestir e outras mil coisas que ela vai precisar - até aos 18 anos com sorte, porque hoje os filhos precisam dos pais até aos 30 anos ou mais - como???
Com que dinheiro e à custa do quê, de que sacrifícios, de quem?
Pronto, agora tenho um filho e porque não posso sustenta-lo, deixo-o com os meus pais para serem eles a criaram-no? (situação bem real!)
Ou dou-o a uma instituição cristã para as freiras e padres o criarem, afinal o acto de se fazer amor, tem como fim, procriar-se e mais nada' (...)
Ou talvez como terceira hipótese, deixo-o à porta da assembleia da república com uma cartinha, a pedir que em conjunto, os vários deputados o criem com os fundos que vêm da UE, aqueles que nós nunca vemos a ser utilizados com coisas práticas a bem da nação?
Afinal que faço eu com um bébé depois de o parir?
Deito-o para o caixote do lixo como ainda acontece tantas e tantas vezes?
Estarei a ser egoísta ao não querer ter filhos, ou a pensar para além dos 9 meses de gravidez, que supostamente são os meses mais fáceis?
Sim!!! O DINHEIRO é muito, muito importante para se poder pensar em se pôr um ser humano no mundo, neste mundo cada vez mais podre, só o AMOR NÃO BASTA!!!
Devia bastar, mas já não basta na sociedade do século XXI!
Continua... (um dia destes)
Hoje até estive a ler alguns artigos na internet acerca deste tema, e claro há opiniões para todos os gostos.
Esta questão, por muitos anos que passem é será sempre polémica, porque existem adeptos para ambas as facções.´
Será que se pode ser neutro nesta questão?
A minha pergunta é a seguinte:
- Ter filhos é um acto de generosidade ou um acto de egoísmo?
Alguém disse (provavelmente mtos "alguéns") que não ter um filho é ser-se egoísta.
Mas nos dias que correm será que se é egoísta só por se não querer ter filhos???
Ok!!!
Ponho uma criança neste mundo e depois?
Dou-lhe de comer, de vestir e outras mil coisas que ela vai precisar - até aos 18 anos com sorte, porque hoje os filhos precisam dos pais até aos 30 anos ou mais - como???
Com que dinheiro e à custa do quê, de que sacrifícios, de quem?
Pronto, agora tenho um filho e porque não posso sustenta-lo, deixo-o com os meus pais para serem eles a criaram-no? (situação bem real!)
Ou dou-o a uma instituição cristã para as freiras e padres o criarem, afinal o acto de se fazer amor, tem como fim, procriar-se e mais nada' (...)
Ou talvez como terceira hipótese, deixo-o à porta da assembleia da república com uma cartinha, a pedir que em conjunto, os vários deputados o criem com os fundos que vêm da UE, aqueles que nós nunca vemos a ser utilizados com coisas práticas a bem da nação?
Afinal que faço eu com um bébé depois de o parir?
Deito-o para o caixote do lixo como ainda acontece tantas e tantas vezes?
Estarei a ser egoísta ao não querer ter filhos, ou a pensar para além dos 9 meses de gravidez, que supostamente são os meses mais fáceis?
Sim!!! O DINHEIRO é muito, muito importante para se poder pensar em se pôr um ser humano no mundo, neste mundo cada vez mais podre, só o AMOR NÃO BASTA!!!
Devia bastar, mas já não basta na sociedade do século XXI!
Continua... (um dia destes)
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Informação
Hoje deixo uma pergunta.
Porque é que a informação nunca está onde deve estar?
Se estamos na era digital, onde supostamente já disponibilizamos toda a informação útil que o consumidor deve saber, porque raio ainda há grandes empresas e/ou entidades que se recusam a fazê-lo? Ou porque não se actualiza regularmente a que já está on-line?
É melhor fazer duas pessoas perder tempo? O do consumidor que tem que ligar para algum lado (que não sabe bem qual é) ou dirigir-se à loja mais perto (quando só quer uma simples informação) e o da pessoa que tem que nos esclarecer portanto a nossa dúvida básica, que se estivesse acessível ninguém fazia outro alguém desperdiçar minutos valiosos do seu tempo.
Porque é que a informação nunca está onde deve estar?
Se estamos na era digital, onde supostamente já disponibilizamos toda a informação útil que o consumidor deve saber, porque raio ainda há grandes empresas e/ou entidades que se recusam a fazê-lo? Ou porque não se actualiza regularmente a que já está on-line?
É melhor fazer duas pessoas perder tempo? O do consumidor que tem que ligar para algum lado (que não sabe bem qual é) ou dirigir-se à loja mais perto (quando só quer uma simples informação) e o da pessoa que tem que nos esclarecer portanto a nossa dúvida básica, que se estivesse acessível ninguém fazia outro alguém desperdiçar minutos valiosos do seu tempo.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Sociedade.tuga
Bom, lá vou eu tentar iniciar mais um blogue.
Espero ter mais sucesso com este.
Não por falta de participação do público, mas por mim própria. Tenho que tentar escrever todos os dias, nem que seja uma linha apenas.
Sociedade.tuga, por várias razões.
Porque sou porTUG(A)uesa.
Porque a actualidade me interessa.
Porque sou muito "opiniosa".
Porque há muito ainda por dizer de e sobre Portugal e dos porTUG(A)ueses.
E porque ainda há muito que discutir sobre o que e quem entra no país. (Não tomem esta frase como ofensiva ou politicamente incorrecta, afinal pode-se falar bem e mal acerca de tudo.)
Espero ter mais sucesso com este.
Não por falta de participação do público, mas por mim própria. Tenho que tentar escrever todos os dias, nem que seja uma linha apenas.
Sociedade.tuga, por várias razões.
Porque sou porTUG(A)uesa.
Porque a actualidade me interessa.
Porque sou muito "opiniosa".
Porque há muito ainda por dizer de e sobre Portugal e dos porTUG(A)ueses.
E porque ainda há muito que discutir sobre o que e quem entra no país. (Não tomem esta frase como ofensiva ou politicamente incorrecta, afinal pode-se falar bem e mal acerca de tudo.)
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